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Fabricante de cadeiras ergonômicas e fábrica de cadeiras de escritório na China | Hookay Office Furniture

O que é ergonomia no sentido real – tomando a cadeira ergonômica como exemplo

 

Nos últimos anos, palavras como "ergonomia" e "ergonomia" têm sido frequentemente mencionadas e amplamente utilizadas por empresários no mercado consumidor. O que é "ergonomia"? Seria uma jogada de marketing para explorar nossa inteligência? Antes de esclarecer o que é "ergonomia", já adianto que minha resposta é "não".

 

O motivo pelo qual as pessoas têm essas dúvidas reside na falta de compreensão do tema da ergonomia, visto que não existem muitos especialistas na área, e esses profissionais concentram-se principalmente nos setores aeroespacial, de defesa nacional, industrial e em outros campos.


O motivo para escrever este artigo é que, atualmente, existe muita confusão no mercado de ergonomia, e alguns produtos ditos ergonômicos são bons, enquanto outros são ruins. Espero que este artigo ajude você a entender o que é ergonomia.

 

Existem muitos artigos de avaliação na internet, e a maioria deles é muito boa, mas inevitavelmente apresentam diversos problemas. Tomarei como exemplo alguns artigos relacionados a cadeiras ergonômicas para destacar alguns desses problemas. Atualmente, as principais questões sobre a avaliação de cadeiras ergonômicas são:

 

I. Alguns artigos carecem de uma base teórica sistemática.
2. Alguns artigos de revisão carecem de base científica.

3. Falta de equipamentos profissionais e resultados experimentais.

 

Antes de falarmos mais sobre ergonomia, permita-me inserir um breve parágrafo aqui:


Primeiro: o chamado conceito ergonômico deve estar fortemente relacionado à "saúde", e não ao "conforto". Atualmente, a maioria dos artigos e livros sobre ergonomia disponíveis no mercado ignora esse problema, enfatizando o "conforto" em detrimento da "saúde". Por quê? A razão é simples: a saúde é uma dimensão mensurável e quantificável, enquanto o conforto não é. Portanto, a importância da saúde é maior que a do conforto, mas o conforto não é o oposto da saúde. A ergonomia estuda o máximo conforto dos produtos, desde que se garanta a proteção da saúde. Se deixarmos a saúde de lado, tudo se torna irrelevante.

 

Para dar um exemplo simples, imagine-se deitado. Essa postura proporciona conforto para quase todos, e nós, profissionalmente, chamamos esse conforto de conforto instantâneo, ou seja, o conforto momentâneo, ou seja, a sensação de bem-estar que surge em um curto período. No entanto, sabemos que essa postura pode ser extremamente prejudicial à coluna. Portanto, acreditamos que ela viola o princípio da saúde. Como, então, conciliar saúde e conforto? Essa é uma questão crucial. A seguir, algumas respostas para essas perguntas, presentes em artigos recentes sobre cadeiras ergonômicas para escritório, mencionados anteriormente:

 

1. Falta de uma base teórica sistemática.


Muitas universidades oferecem cursos de ergonomia ou áreas afins, mas a maioria deles é voltada para alunos de design e dura apenas um semestre. Os professores geralmente abordam o assunto superficialmente, deixando os alunos apenas com uma visão geral dos conceitos. Não há um aprofundamento no conteúdo do curso.

 

A ergonomia em si envolve uma ampla gama de disciplinas e não é um problema sistemático que possa ser resolvido por uma única área de estudo. As disciplinas comuns envolvidas são: fisiologia, psicologia, antropometria, comportamento, anatomia, biomecânica ambiental, ciência da computação, ciência de sistemas, entre outras. Portanto, exige grande integração de especialidades e sistematicidade do conhecimento.

 

2. Alguns artigos de revisão carecem de uma base científica sistemática, e o paradigma básico da pesquisa de produtos ergonômicos é estudar os dados fisiológicos das pessoas, suas necessidades psicológicas e hábitos comportamentais, desenvolvendo produtos de acordo com os hábitos comportamentais reais dos usuários.

 

Por exemplo, ao projetarmos assentos ergonômicos, precisamos estudar a estrutura fisiológica do corpo humano. Naturalmente, o foco do estudo é a coluna vertebral. Descobrimos que, como éramos originalmente quadrúpedes, a coluna vertebral é a nossa "espinha dorsal". Depois que aprendemos a andar eretos, a coluna passou de resistência à tensão e, por fim, à compressão, formando assim um formato natural de "S" para aliviar a gravidade da Terra. É claro que a pressão sobre a coluna varia de acordo com a postura. Observamos que a coluna vertebral é composta por 7 vértebras cervicais, 12 vértebras torácicas, 5 vértebras lombares, o sacro (com cinco vértebras) e o cóccix (com quatro vértebras). No entanto, com o desenvolvimento da sociedade, ainda não tivemos tempo de nos adaptar completamente à postura ereta, ao novo estilo de vida e trabalho e à mudança em nossa postura habitual. Passamos cerca de um terço do dia adotando uma postura corporal com a qual não estamos familiarizados: "sentados" (trabalhando no escritório, usando o celular, assistindo TV no sofá, viajando, etc.).

 

Através do estudo da coluna vertebral, descobrimos que, independentemente da postura do corpo humano, devemos primeiro proteger sua curvatura fisiológica natural original, pois esta é o resultado da nossa evolução ao longo de milhares de anos. O assento é projetado para a postura de "sentar", portanto, precisa proteger nossa curvatura fisiológica normal quando o utilizamos.

 

Para testar se uma cadeira está em conformidade com a ergonomia, precisamos nos concentrar em oito aspectos a partir de quatro dimensões, ou seja, saúde, conforto, manuseio e respeito ao meio ambiente.

Um total de 410 indicadores precisam ser testados.
Por fim, podemos concluir se esta cadeira é ergonômica ou não.

 

3. Devido à falta de instrumentos e equipamentos profissionais, não existem dados que comprovem os resultados experimentais.

 

Por meio de uma orientação teórica sistemática para compreender plenamente as necessidades físicas dos usuários, estabelece-se um conjunto de processos de teste científico e um sistema de avaliação, que são então testados com instrumentos profissionais. Obtêm-se resultados experimentais relativamente rigorosos. Este é o processo completo para determinar se uma cadeira é ergonômica ou não.


Por fim, os produtos ergonômicos não são apenas uma estratégia de marketing para os comerciantes. No geral, ainda existem muitos produtos ergonômicos excelentes no mercado.

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